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Produtores

Vitivinícola da Península de Setúbal

Conheça nossos produtores

Conheça os produtores oficiais da Península de Setúbal, reunindo vinícolas, adegas e projetos vitivinícolas que expressam a diversidade, a tradição e a identidade da região.

Quinta do Piloto

A Quinta do Piloto soma 200 hectares de vinhas cultivadas em Palmela, usando o potencial dos solos locais para desenvolver rótulos focados na expressão de uvas nativas e em edições limitadas de castas selecionadas. Atualmente na quarta geração da família Cardoso, a vinícola organiza seu portfólio de mercado por meio das gamas Reserva, Coleção da Família e Quinta do Piloto Collection.

José Maria da Fonseca

Rótulos como Periquita, FSF, Alambre Ice, Hexagon, JMF, Domini e as linhas de José de Sousa fazem parte do portfólio da marca. Na história da viticultura local, o fundador homônimo introduziu marcos práticos importantes, incluindo o uso do arado, o aumento do espaçamento entre as videiras para captação de sol e a chegada da uva Castelão à região. Ativa desde 1934 sob gestão da mesma linhagem familiar, a companhia detém o título de casa vinícola mais antiga de Portugal no segmento de vinhos de mesa e moscatéis.

Pegões

Uma área vinícola de 1117 hectares serve de base para a produção média de 11.000.000 kg de uva da marca. Essa matéria-prima divide-se em 70% de uvas tintas (com predomínio da casta Castelão, que representa 65%) e 30% de uvas brancas (onde a Fernão Pires soma 40% e a Moscatel 25%). Reconhecida nos mercados interno e externo por sua estrutura moderna, a Adega de Pegões figurou em 2014 no ranking da associação mundial de jornalistas e escritores de vinho e licores como a 4ª melhor empresa vinícola em Portugal e a 37ª no mundo.

Venâncio Costa Lima

Com atividade iniciada em 1914, a Venâncio da Costa Lima figura entre as adegas mais antigas instaladas em Palmela. A gestão do negócio permanece no núcleo familiar, alcançando atualmente a sua quarta geração. O portfólio da empresa reúne desde vinhos de mesa e rótulos certificados, sob as denominações DO Palmela e Regional Península de Setúbal, até o tradicional Moscatel de Setúbal. O foco do trabalho está em alinhar investimentos tecnológicos com a preservação do perfil típico da região, estratégia que rendeu à marca a premiação de Melhor Moscatel do Mundo no concurso Muscats du Monde de 2011.

Herdade Espirra

A propriedade estende-se por um total de 1.700 hectares, onde 37 hectares são dedicados a vinhedos plantados em solos arenosos. Essa área de cultivo convive com outras atividades do setor agroflorestal, englobando a produção de madeira, cortiça e pinhão, além de viveiros florestais e pastagem de rebanhos. Os vinhedos possuem mais de três décadas de idade e operam sob o sistema de produção integrada, tendo a casta tradicional Castelão como principal cultivo. A estrutura atual começou a desenhar-se em 1985, quando a Portucel comprou o local e realizou a reforma da adega e das áreas sociais, estabelecendo a Sociedade de Vinhos da Herdade de Espirra.

Adega D Palmela

Reunindo atualmente o cultivo de 300 associados, a Adega D Palmela é uma cooperativa que centraliza a vinificação de uvas colhidas majoritariamente nas planícies arenosas que cobrem grande parte do concelho de Palmela. O projeto foi estabelecido em 1955 e iniciou suas atividades práticas em 1958. No mercado local e internacional, a empresa distribui marcas próprias e exclusivas, incluindo rótulos como Vale dos Barris, Vale de Touros, Palma, Pedras Negras e Adega de Palmela, esta última também associada ao DO Vinho Generoso Moscatel, além das linhas Villa Palma e Villa Palma (Aguardente Vínica Velha).

Palmela 1964

A fundação da empresa ocorreu em 1964, idealizada por um grupo de vitivinicultores com o propósito de engarrafar e comercializar as suas próprias produções, buscando maior valor agregado no mercado. Durante a década de 1990, a SIVIPA, hoje denominada Sociedade Vinícola de Palmela (S.V.P.), foi integrada ao patrimônio da família Cardoso. Essa transição familiar direcionou os investimentos para o desenvolvimento de vinhos certificados e focados em faixas de maior qualidade, estabelecendo a reputação atual da sociedade no segmento de vinhos finos e moscatéis.

Fernão Pó

O projeto resulta da união das famílias Freitas e Palhoça em Fernando Pó, no concelho de Palmela, conectando duas linhagens históricas da viticultura local. Enquanto os Freitas figuravam como antigos proprietários de terras na região, os Palhoças descendiam da cultura “caramela”, originária do norte de Portugal, que se estabeleceu nos chamados “Foros” locais. A fundação da estrutura aconteceu na década de 1950 por iniciativa de Aníbal da Silva Freitas, e o primeiro rótulo de marca própria chegou ao mercado em 1990. Atualmente, a empresa familiar registra um volume de produção de aproximadamente 660 mil litros de vinho, utilizando exclusivamente matéria-prima de vinhas próprias.

Bacalhoa

Com uma operação que se estende por sete regiões vitícolas do país, Bacalhoa fortaleceu sua presença no mercado por meio de uma estrutura que soma 40 quintas, 1200 hectares de vinhedos e quatro centros de vinificação. A produção trabalha com uma diversidade de 40 castas diferentes, garantindo autonomia própria em 70% da matéria-prima utilizada na elaboração de seu portfólio. Ao longo de sua trajetória, a marca construiu uma ampla linha de rótulos que lhe conferiu forte reputação junto ao público consumidor interno e de exportação, posicionando-se como uma das principais companhias do setor em Portugal.

Quinta de Alcube

Situada na área protegida do Parque Natural da Serra da Arrábida, a Quinta de Alcube, de caráter familiar, destaca-se por sua localização geográfica e de entorno paisagístico, servindo de cenário para atividades de enoturismo e visitação. O desenho do território, posicionado na transição entre o ambiente serrano e o litoral marítimo, reflete uma ocupação humana histórica desenvolvida em alinhamento com os recursos naturais e o ecossistema local.

Casa Ermelinda Freitas

Embora tenha sido fundada em 1920, a empresa atuou durante décadas focada na produção e venda de vinho a granel, sem rótulos comerciais. O lançamento da sua primeira marca própria, batizada de “Terras do Pó”, ocorreu no ano de 1997. A operação familiar direciona os investimentos na qualidade das videiras e no potencial do seu terroir, distribuindo a ocupação dos vinhedos em 60% da casta Castelão, 30% de outras variedades tintas e 10% de uvas brancas para compor o seu portfólio de mercado.

Adega Camolas

Localizada nas proximidades do Parque Natural da Arrábida, a Adega Camolas mantém o seu vínculo com a viticultura desde a década de 1970. Atualmente sob a gestão de sua segunda geração, a estrutura familiar elabora seus rótulos a partir de uvas colhidas em múltiplas parcelas próprias situadas nas principais zonas de cultivo de Palmela, além de absorver a produção adquirida de pequenos viticultores locais. A trajetória recente do projeto é marcada pela expansão de mercado e pela conquista de premiações no setor, mantendo o foco no desenvolvimento de vinhos de qualidade.

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